"Quando Gregor Samsa despertou uma manhã na sua cama de sonhos inquietos, viu-se metamorfoseado num monstruoso insecto".
É deste modo que Kafka inicia a história de Gregor Samsa, um caixeiro-viajante "obrigado" que deixou de ter vida própria para suportar financeiramente todas as despesas de casa.
Numa manhã, ao acordar para o trabalho, Gregor vê que se transformou num inseto horrível com um "dorso duro e inúmeras patas". A princípio, as suas preocupações passam por pensamentos práticos relacionados com a sua metamorfose.
Depois, as preocupações passam para um estado mais psicológico e até mesmo sentimental. Gregor sente-se magoado pela repulsa dos pais perante a sua metamorfose. Apenas a irmã se digna a levar-lhe a alimentação, mas mesmo assim a repulsa e o medo também começam a se manifestar. A metamorfose de Gregor vai além da modificação física. É sobretudo uma alteração de comportamentos, atitudes, sentimentos e opiniões.
Gregor passa a analisar as coisas que o rodeiam com muito mais atenção. Outra metamorfose ocorre no seio familiar: o pai volta a trabalhar, a irmã (Grete) também arranja um emprego e passam a alugar quartos na própria casa onde habitam. As atitudes dos pais perante o filho retratam ao leitor a idéia que este era apenas o "sustento" da casa. A metamorfose de Kafka não conta apenas a história de um homem que se transformou num inseto. É sobretudo uma história de alerta à sociedade e aos comportamentos humanos. Nesta história, Kafka presenteia-nos com a sua escrita sui generis, retratando o desespero do homem perante o absurdo do mundo.
Interessante perceber que em nenhum momento da obra Gregor se dá conta realmente que se transformou num inseto. Apenas observa seus novos membros, órgãos e hábitos, mas com o tempo se acomoda na nova condição sem realmente entender no que se tornara.
Dance
21 abril 2010
Diz que não é tarde
Diz que não vai começar
a dizer que já vai
Comece uma frase
e eu te digo outra vez mais:
"Tudo bem... Tanto faz..."
Diz pra mim que vais estar lá
sempre pra me segurar,
se eu deixar que,
me atires rumo ao céu
Me diz, que eu vou acreditar
e nem vou pensar se me chamar pra fugir contigo outra vez
não vou pensar se amanhã
a certeza será talvez. (2x)
Há tanto medo agora
que vamos ver o que restou
após a tempestade...
Tanto se fez perder...
E é tão errado
escolher o deserto
pra ancorar nossas pernas.
Não permitas
que a solidão me seja o fim
ao gritar por teu nome.
Diz que eu vou guardar-te sempre em meu rosto este mesmo olhar
e nem vou pensar se me chamar pra fugir contigo outra vez
não vou pensar se amanhã
a certeza será talvez. (2x)
Comece uma frase Sofia,
qual aquelas que acendiam estrelas
Me deixa uma vez mais
encantado pela voz que vence madrugadas.
Ah, sofrer em teus braços
seria o meu prazer
e viver em mil pedaços
seria tudo pra mim...
e nem vou pensar se me chamar pra fugir contigo outra vez
não vou pensar se amanhã
a certeza será talvez. (2x)
Diz que não vai começar
a dizer que já vai
Comece uma frase
e eu te digo outra vez mais:
"Tudo bem... Tanto faz..."
Diz pra mim que vais estar lá
sempre pra me segurar,
se eu deixar que,
me atires rumo ao céu
Me diz, que eu vou acreditar
e nem vou pensar se me chamar pra fugir contigo outra vez
não vou pensar se amanhã
a certeza será talvez. (2x)
Há tanto medo agora
que vamos ver o que restou
após a tempestade...
Tanto se fez perder...
E é tão errado
escolher o deserto
pra ancorar nossas pernas.
Não permitas
que a solidão me seja o fim
ao gritar por teu nome.
Diz que eu vou guardar-te sempre em meu rosto este mesmo olhar
e nem vou pensar se me chamar pra fugir contigo outra vez
não vou pensar se amanhã
a certeza será talvez. (2x)
Comece uma frase Sofia,
qual aquelas que acendiam estrelas
Me deixa uma vez mais
encantado pela voz que vence madrugadas.
Ah, sofrer em teus braços
seria o meu prazer
e viver em mil pedaços
seria tudo pra mim...
e nem vou pensar se me chamar pra fugir contigo outra vez
não vou pensar se amanhã
a certeza será talvez. (2x)
Joy D
Joy Division - Transmission
Radio, live transmission.
Radio, live transmission.
Listen to the silence, let it ring on.
Eyes, dark grey lenses frightened of the sun.
We would have a fine time living in the night,
Left to blind destruction,
Waiting for our sight.
And we would go on as though nothing was wrong.
And hide from these days we remained all alone.
Staying in the same place, just staying out the time.
Touching from a distance,
Further all the time.
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio.
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio.
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio.
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio.
Well I could call out when the going gets tough.
The things that we've learnt are no longer enough.
No language, just sound, that's all we need know, to synchronise
love to the beat of the show.
And we could dance.
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio.
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio.
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio.
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio.
Radio, live transmission.
Radio, live transmission.
Listen to the silence, let it ring on.
Eyes, dark grey lenses frightened of the sun.
We would have a fine time living in the night,
Left to blind destruction,
Waiting for our sight.
And we would go on as though nothing was wrong.
And hide from these days we remained all alone.
Staying in the same place, just staying out the time.
Touching from a distance,
Further all the time.
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio.
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio.
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio.
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio.
Well I could call out when the going gets tough.
The things that we've learnt are no longer enough.
No language, just sound, that's all we need know, to synchronise
love to the beat of the show.
And we could dance.
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio.
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio.
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio.
Dance, dance, dance, dance, dance, to the radio.